CNA defende exportação de bovinos vivos em reunião no Mapa

Agronegócio Exportação 19/08/2026 14:55 Redação Digital canalrural.com.br

Encontro da Câmara Setorial da Carne Bovina também tratou do regulamento da União Europeia sobre antimicrobianos.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça-feira (18), em Brasília (DF), da reunião da Câmara Setorial da Carne Bovina do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Entre os assuntos discutidos estavam a exportação de bois vivos e as novas regras da União Europeia sobre o uso de antibióticos em animais.

Representaram a CNA no encontro o presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte, Cyro Penna Junior, o coordenador de Produção Animal, João Paulo Franco, e o assessor técnico Rafael Lima Filho.

Resumindo, a notícia em 5 pontos:

  • A CNA é a favor da exportação de bois vivos.
  • Existem projetos de lei querem proibir essa prática.
  • A CNA diz que a exportação traz benefícios como investimentos e empregos.
  • O Brasil tem leis específicas sobre bem-estar animal.
  • A União Europeia vai exigir novas regras sobre antibióticos, e o Brasil já criou um protocolo.

Exportação de bois vivos

Um dos principais assuntos foi a exportação de bois vivos, que está sendo discutida em projetos de lei que querem proibir a venda de animais para abate em outros países. A CNA repetiu que é a favor dessa prática.

Segundo a CNA, essa atividade agrega valor à produção, estimula investimentos em infraestrutura, capacita a mão de obra e oferece mais opções para escoar a produção. A entidade também afirmou que isso não prejudica o mercado interno.

Cyro Penna lembrou que o Brasil tem leis específicas sobre bem-estar e saúde animal, seguindo normas internacionais. Ele disse: "O Brasil possui leis específicas sobre bem-estar e sanidade animal, alinhadas às recomendações internacionais."

Regra da União Europeia

Também falaram sobre as novas regras da União Europeia para o uso de antibióticos. A Câmara Setorial da Carne Bovina apoiou um protocolo privado de não uso e segregação, que foi aprovado pelo Mapa em junho. Esse protocolo será usado como base para mostrar à Europa que o Brasil cumpre as regras sanitárias.


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