A greve dos trabalhadores da CPTM, que começa nesta quarta-feira (5), deixou a cidade de São Paulo com 750 km de engarrafamento. O trânsito é ainda pior na zona sul, com 243 km de filas. A prefeitura suspendeu o rodízio de veículos e colocou ônibus extras para minimizar o impacto.
Uma greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) paralisou as linhas 11, 12 e 13 e causou um enorme congestionamento nas ruas de São Paulo. São 750 quilômetros de filas de carros em toda a cidade.
O trânsito está pior na zona sul, com 243 km de engarrafamento. A zona leste também sofre com 212 km de filas, seguida pela zona oeste, com 143 km, e pela zona norte, com 111 km. O centro da cidade tem a situação mais tranquila, com 41 km de lentidão.
Por causa da paralisação, a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos nesta quarta-feira. Essa medida já tinha sido tomada na terça-feira (4), quando a greve começou. Para ajudar os passageiros, a prefeitura colocou ônibus extras do sistema Paese para atender as regiões das linhas paralisadas, que estão funcionando parcialmente.
- A greve afeta as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM.
- A zona sul da cidade é a região com mais trânsito, com 243 km de filas.
- O rodízio de veículos está suspenso, e os ônibus do Paese estão operando para minimizar o impacto.
- A categoria quer garantias de que os empregos serão mantidos.
- Há uma audiência de conciliação entre o sindicato, o governo do estado e a CPTM para tentar resolver o impasse.
O sindicato, o governo do estado e a CPTM têm uma reunião de conciliação marcada para as 12h desta quarta-feira. Eles vão decidir se a greve continua ou se os trens voltam a circular.
Os trabalhadores querem garantias formais de que os empregos serão mantidos. Eles estão preocupados com a concessão das linhas 11, 12 e 13 para a empresa Trivia Trens, que aconteceu em julho deste ano.

Paulo Pinto/Agencia Brasil





