Um casal de idosos foi assassinado com facadas e seus corpos foram jogados em um rio cheio de crocodilos, na África do Sul. A polícia acredita que eles foram mortos porque viram caçadores ilegais dentro do Parque Nacional Kruger.
Um casal foi morto a facadas, e os seus corpos foram jogados num rio infestado de crocodilos em parque nacional na África do Sul.
- O casal tinha 71 e 73 anos e estava de férias no famoso Parque Nacional Kruger.
- Os corpos foram achados por turistas que observavam elefantes no local.
- A polícia acredita que eles viram caçadores ilegais e foram mortos para não contar.
- Os corpos estavam com as mãos amarradas e cheios de facadas.
- O rio Limpopo, onde foram jogados, é conhecido por ter muitos crocodilos.
Ernst Marais, de 71 anos, e a sua esposa, Dina, de 73, foram encontrados com vários ferimentos de faca e as mãos amarradas nas costas na manhã da última sexta-feira (22/5) no rio Limpopo, dentro do Parque Nacional Kruger.
Investigadores acreditam que os dois aposentados foram assassinados depois de terem visto caçadores ilegais. Eles teriam sido mortos por terem testemunhado a atividade ilegal.
Seus corpos foram vistos por um grupo de turistas que estavam lá para observar uma manada de elefantes atravessando a reserva de 19.700 quilômetros quadrados.
Ernst e Dina moravam em Mossel Bay (África do Sul) e estavam viajando pela região de Kruger, onde passariam uma semana. Uma busca já havia sido iniciada depois que eles foram dados como desaparecidos na manhã de quinta-feira (21/5) por uma camareira do acampamento de safári em que estavam.
"Ambos foram esfaqueados num ataque brutal e foram atirados ao rio, sem dúvida para alimentar os crocodilos", disse uma fonte da polícia local, de acordo com o "NY Post".
Uma vizinha disse que o casal adorava fazer safáris e tinha uma casa numa reserva de vida selvagem perto do Kruger, conhecida como Vale dos Elefantes, que visitavam regularmente.
"Este é um incidente muito grave para nós. Este é um parque nacional extremamente seguro e isto nos chocou a todos", afirmou uma fonte do parque de Kruger.

Ernst Marais e a sua esposa, Dina






