Mulher presa em Copacabana trabalhava ligada a quadrilha de Mato Grosso

Polícia 22/09/2026 10:57 Gazeta Digital/Araguaia Notícia araguaianoticia.com.br

Uma mulher de 44 anos, que trabalhava em um quiosque na praia de Copacabana, foi presa após ser identificada como suspeita de integrar uma facção criminosa de Mato Grosso. Ela também é acusada de ajudar a lavar dinheiro ligado a um crime e nunca apareceu para comparecer à Justiça.

Uma mulher foi presa nesta segunda-feira (21) no Rio de Janeiro depois de ser encontrada trabalhando em um quiosque na movimentada praia de Copacabana. Ela era alvo da Operação Nocaute, deflagrada na sexta-feira (18), pela Polícia Civil de Mato Grosso (MT), e já vinha sendo procurada pela Justiça, por isso recebeu um mandado que exige seu comparecimento.

O nome da mulher não foi divulgado. Segundo as investigações, ela seria envolvida em crimes organizados e com conexões entre Mato Grosso e o estado cariocasco.

Como a prisão aconteceu

A mulher tinha um mandado de prisão preventiva, que significa que ela era obrigada a ficar presa como medida de segurança durante o processo. Esse documento foi expedido pelo Juízo de Garantias, que atua no estado de Mato Grosso, e dizia que ela cometera dois atos considerados crimes: participar de um grupo criminoso e ajudar a esconder o dinheiro ligado a uma invasão.

A prisão foi feita com a ajuda da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que apoiou a equipe responsável por investigar crimes organizados em Sinop, cidade onde a operação começou.

A origem da denúncia

As investigações apontavam que a mulher recebeu uma transferência digital, feita pelo aplicativo conhecido como Pix, logo após uma vítima pagar R$ 169 mil em Sinop. Esse valor foi pago por uma pessoa que sofreu uma ação criminosa em 27 de setembro de 2025.

O dinheiro não foi repassado de uma só vez. Ao invés disso, foi dividido em várias transferências menores, envolvendo diferentes pessoas. Esse tipo de atitude é usado para dificultar o acompanhamento do dinheiro por quem investiga crimes.

Próximos passos

Depois de presa, a mulher foi levada para o presídio feminino e ficará disponível para os juízes de Mato Grosso decidirem o que fazer com o caso.

A equipe investigadora continua trabalhando para achar os outros envolvidos que ainda estão fugidos.

  • A mulher era procurada por não comparecer a nenhuma audiência e estava com mandado aberto.
  • Ela atuava ligada a crimes organizados com conexões entre Mato Grosso e o Rio de Janeiro.
  • O dinheiro, de R$ 169 mil, foi dividido em várias transferências pequenas para dificultar a investigação.
  • A prisão foi apoiada por policiais do Rio de Janeiro, que trabalham investigando crimes em vários estados.
  • Um quiosque na praia de Copacabana foi o local onde ela foi localizada, longe do estado onde o crime ocorreu.

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