O aplicativo e-Título permite que o eleitor use o celular como documento de identificação na votação. Veja como baixar, instalar e usar o app nas eleições de 2026.
Os eleitores podem usar o e-Título, a versão digital do título de eleitor, para se identificar e votar nas eleições de 2026. O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro. Porém, para votar usando apenas o e-Título, é preciso que o aplicativo tenha a foto do eleitor. O app está disponível para celulares com sistema iOS ou Android.
Para baixar o e-Título, basta acessar a AppStore (iPhone) ou a Google Play Store (Android) e fazer o download de graça. Verifique se o aplicativo aparece com o nome "e-Título - Justiça Eleitoral Brasileira".
- O e-Título é gratuito e pode ser baixado pelos eleitores que já têm título regular.
- Para usar o e-Título como documento, é obrigatório ter a foto no aplicativo.
- O reconhecimento facial pode ser solicitado para confirmar a identidade.
- Além do e-Título, outros documentos com foto são aceitos, como RG, CNH e passaporte.
- Mesmo documentos vencidos são válidos para votar.
Passo a passo para instalar o e-Título
Com o aplicativo aberto, é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor e nome dos pais. Depois, o eleitor deve responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha.
Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Título pode ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do celular.
Documentos válidos para votar
Além do e-Título (com foto), o eleitor pode se identificar perante os mesários com documentos oficiais com foto, como carteira de identidade, identidade social (para pessoas trans e travestis), passaporte ou outro documento de valor legal equivalente, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação.
Os documentos oficiais são válidos para votar mesmo fora da validade.

© Marcello Casal JrAgência Brasil





