Deputado cria censo para contar cães e gatos em Mato Grosso

Politica Censo 20/10/2026 19:13 Assessoria / Luíza Vieira - Araguaia Notícia araguaianoticia.com.br

Max Russi propõe levantamento a cada 5 anos para mapear animais, melhorar políticas de castração e combater o abandono no estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), apresentou o Projeto de Lei nº 1161/2026. A proposta cria o Programa Estadual de Diagnóstico Populacional de Cães e Gatos, batizado de Censo Animal. O objetivo é identificar a quantidade e as condições dos animais domésticos no estado para orientar políticas de proteção e controle populacional.

O levantamento deverá ser realizado a cada cinco anos. Ele reunirá informações sobre cães e gatos que vivem em casas, na comunidade ou em situação de rua. O censo também vai identificar o sexo dos animais, além do status de vacinação e castração.

  • O censo ocorrerá a cada 5 anos.
  • Inclui cães e gatos domiciliados, comunitários e de rua.
  • Dados serão integrados ao cadastro nacional SinPatinhas.
  • O objetivo principal é orientar investimentos em saúde animal.
  • A falta de dados atuais dificulta o planejamento municipal.

Importância do levantamento para as políticas públicas

Precisamos conhecer a realidade dos nossos municípios para desenvolver políticas públicas que realmente funcionem. Com esse levantamento, será possível identificar onde estão as maiores necessidades e direcionar melhor os investimentos em castração, vacinação e proteção animal, destacou Max.

Responsabilidade do Executivo e parcerias

O projeto estabelece que o Poder Executivo deverá designar uma secretaria estadual responsável pela realização do censo. A pasta poderá firmar parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e instituições de ensino. A iniciativa também prevê a integração dos dados ao Cadastro Nacional de Animais Domésticos, conhecido como SinPatinhas, respeitando as normas de proteção de informações pessoais.

Justificativa e tramitação da lei

Na justificativa, Max ressalta que a ausência de dados atualizados dificulta o planejamento de ações e a distribuição adequada de recursos entre os municípios.

A proposta foi apresentada em 14 de outubro e tramita na Assembleia Legislativa para análise dos parlamentares.


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