Crianças são internadas após comerem veneno de rato em escola de Cuiabá

Saúde Saude 10/08/2026 14:21 Julia Carvalho, Renato Silva e Pollyana Araújo - Primeira Página primeirapagina.com.br

Uma das crianças ficou sonolenta e desorientada; as outras seis estão estáveis, conscientes e sem sintomas, segundo a prefeitura.

Sete crianças foram atendidas na manhã desta segunda-feira (10) após terem contato com uma substância identificada preliminarmente como veneno de rato na Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, no bairro Alvorada, em Cuiabá. Todas estão fora de perigo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com o secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça, a prefeitura recebeu a informação sobre o caso por volta das 9h. As informações preliminares apontam que uma das crianças teria levado a substância para a escola e distribuído aos demais alunos.

  • Sete crianças passaram mal depois de ingerir veneno de rato em uma escola municipal de Cuiabá.
  • Uma delas, que levou a substância, apresentou sonolência e desorientação.
  • As outras seis crianças estão estáveis, conscientes e sem sintomas.
  • Todas foram atendidas na UPA Morada do Ouro e depois levadas para hospitais.
  • A prefeitura não divulgou as idades das crianças nem como o veneno foi parar na escola.

Assim que o caso foi identificado, as sete crianças foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro, onde receberam os primeiros cuidados e passaram por avaliação médica.

Seis crianças estão sem sintomas

Após o atendimento na UPA, seis crianças, que estão estáveis, conscientes e sem sintomas, foram encaminhadas ao Centro Médico Infantil (CMI), onde permanecem em observação e sob acompanhamento médico.

A sétima criança, que teria levado a substância para a escola, apresentou um quadro mais significativo. Inicialmente, Odair Mendonça informou que ela apresentou sonolência e desorientação.

Depois do atendimento na UPA Morada do Ouro, a criança foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece sob acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.

Segundo a prefeitura, todas as sete crianças estão fora de perigo.

A prefeitura informou ainda que as equipes das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação acompanham o caso e prestam suporte às famílias. Por envolver crianças e informações médicas, o município afirmou que não divulgará detalhes sobre diagnósticos e procedimentos, em respeito ao sigilo e à privacidade dos alunos.

Até o momento, não foram informadas as idades das crianças nem como a substância foi levada para dentro da unidade escolar.


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